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domingo, 11 de maio de 2014

Arautos do Evangelho em São Paulo: Cenáculo: Igreja dos Arautos do Evangelho - Granja Viana

Arautos do Evangelho em São Paulo: Cenáculo: Igreja dos Arautos do Evangelho - Granja Viana: Existem momentos em que a alma se vê cumulada, penetrada por Deus e ela sente que há qualquer coisa de celeste  presente na Igreja. Deu...
Postado por Unknown às 21:17 Nenhum comentário:
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Palavras interioroes do Sagrado Coração de Jesus

Eu refletia: "Antes de tudo, sinto-me elevado acima de mim mesmo, por ver a sua grandeza. De onde se abre em mim uma certa luz no cogitar e no ver, que me extasia, porque algo em mim é feito para admirar o que é mais do que eu. Quando saio das minhas ocupações normais de menino e vejo algo muito maior do que eu, tenho a impressão de fugir do bom para o ótimo! Ali eu me ponho "na ponta dos pés" e me alegro. Isto é: vejo-O como Ele é e O adoro.
"Eu o noto que, ao mesmo tempo em que O contemplo, Ele me faz como que "tocar com as mãos" no pensar, no querer e no sentir dEle. E isso me comunica uma retidão e uma santidade no meu pensar, no meu querer e no meu sentir, à maneira de uma bebida deliciosa que eu tomasse e me agradasse sobremaneira, mas ao mesmo tempo me corrigisse. Ou seja, adorando-O, vejo que os meus aspectos tortos e reprováveis endireitam-se e, com isso, Ele me cura de doenças cuja existência eu ignorava".
Sua seriedade me impressionava muito, e eu percebia que Ele queria manifestá-la no modo de segurar o Coração, rodeado de espinhos e tendo uma chama em cujo centro havia uma cruz. Esse Coração, retirado do meu peito e colocado à mostra, dava-me a ideia de uma certa violência, o que era acentuado pela cor vermelha, apesar de estar ser muito bonita. Isso me fazia lembrar da Paixão que Ele havia sofrido, e a carga desses símbolos tinha para mim, o significado de uma pergunta feita por Ele: "Você se dá conta de que, em cada um dos seus atos maus, você feriu o meu Coração? Olhe como sou bom. Meça o mal que fez".
E eu pensava: "Quanta intransigência! Basta cometer uma falta para Ele ostentar o Coração ferido... Quanta pureza e sabedoria! Ele, no fundo, está mostrando o que eu fiz... As suas mãos estão chagadas e eu tenho parte nisso. Os pés, aparecendo sob o traje, também o estão... As minhas falhas concorreram para esses ferimentos. Sinto que em mim há defeitos potenciais não reprimidos, em relação aos quais, por enquanto, não sou um alheio, pois não os rejeitei ainda.
"Também, estou vendo bem tudo quanto há de mal em mim... Se eu não aplicar atenção nisso, estou perdido, pois não sei até onde decairei...". E concluía: "Como as coisas do homem tocam no infinito! Como é bonita a vida, ao considerar que cada pequeno fato tem relação com o Céu! Como tudo é grande!".
Essa era a primeira mensagem" dEle para mim.
A segunda, porém, manisfestava-se assim: "Entretanto, meu filho, Eu não lhe digo isso para perdê-lo, mas para perdoá-lo, pois existem em Mim o manancial de um afeto mais suave que o veludo, mais ameno do que qualquer brisa do mar e capaz de inundá-lo inteiramente, até o mais íntimo de seu ser".
E eu continuava refletindo: "Como é imensa a doçura dEle! Eu não seria capaz de medir sua grandeza, se não entendesse a dimensão dessa doçura! Sinto que Ele não quer cobrar algo de mim, nem castigar-me, nem vingar-se, pondo o seu pé chagado mas vencedor sobre minha cabeça desvairada e pecadora. Não! Ele quer dizer-me que está disposto a pagar o bem pelo mal, pois, apesar de tudo, tem pena de mim considerando a minha pequenez".
Aquele corretivo era delicioso, mas eu percebia que me seria difícil manter essa postura interior e que em certo momento, eu teria de sofrer e lutar muito. Mas, como criança, pensava: "Bem, ainda não chegou a hora! E isto é tão bom que deixarei esse problema para depois".
eu tinha mais curiosidade em fixar minha atenção no que Deus estava me mostrando, do que em deduzir por mim mesmo a consequência futura daquilo.

"É preciso adorá-Lo!"

À medida em que eu tirava as minhas conclusões - com a intuição de uma criança -, ia sentindo que tudo aquilo não tinha a sua sorgente [manancial] em mim, mas era comunicado por Ele. Então nascia o desejo de unir-me a Ele! daí evolavam-se atos de Fé, adoração, reparação, ação de graças e petição: "Eu creio nEle, pois ninguém seria capaz de inventar esta figura! Ninguém teria imaginação nem virtude para isso, a começar por mim! Se eu não tivesse visto tudo isto aqui na igreja, jamais seria capaz de formar esta ideia a respeito dEle! Ele ensinava uma verdade perfeita e total, a respeito da qual não há nada a dizer senão exclamar, num entusiasmo recolhido, afável e inteiramente persuadido: "Sim, eu Vos adoro!"
"Ele é Deus e é preciso adorá-lo! Ele merece a adoração e eu O adoro inteiramente, mas é preciso também ter a mentalidade dEle. Isto é meu ideal!".

Extraído do livro [Plínio Corrêa de Oliveira, Notas Autobiográficas] Ap. de João Scognamiglio Clá Dias, EP
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